Cinema 3D com lentes de contato

Até faz pouco tempo os lentes de contato serviam para pouca coisa.. corrigir problemas de visão, alterar a cor dos olhos.. pouco mais. Isto pode mudar depois de um estudo que está sendo realizado por investigadores da Universidade de Washington, que tentam inserir a eletrônica necessária nos lentes para que seja possível desfrutar do cinema como nunca antes.
Este sistema de “visão aumentada” já consegue integrar os LEDs vermelhos e azuis, apenas falta o verde para permitir a reprodução de telas com todas as cores.
Projetarão imagens nítidas que parecerão criadas no olho, recebendo a energia e os dados sem precisar de fios, com uma antena incorporada nos lentes capaz de receber a informação por um dispositivo externo.
Esperemos que a ciência vire tecnologia dentro de pouco e seja possível ficar cada vez mais perto de um sistema de cinema perfeito.

Robôs substituem professores em salas de aula da Coreia do Sul

Uma cidade da Coreia do Sul está testando o uso de robôs em salas de aula. O projeto piloto levou 29 robôs que medem 1 metro de altura para ensinar inglês a jovens. Os robôs são controlados remotamente por professores que ficam nas Filipinas.

Como os robôs dispõem de uma TV que exibe o rosto de uma mulher, câmeras detectam as expressões faciais dos professores e as refletem nesse rosto. Além disso, os professores conseguem ver e ouvir os estudantes por meio de um sistema remoto.
Além da leitura de livros, os robôs usam um software pré-programado para cantar músicas e jogar games com os alunos. Segundo uma porta-voz da Secretaria de Educação da cidade, os robôs ainda estão sendo testados, mas o governo estuda contratá-los por um período maior.
“Ter os robôs em sala de aula deixa os alunos mais participativos, especialmente os tímidos que têm medo de falar”, explicou a porta-voz. Ela também afirmou que a ideia não é substituir os professores humanos, e, sim, atualizar o sistema de ensino e dar aos alunos formas mais interessantes de aprendizado.

Conheça as empresas que vão participar do MundoGEO#Connect 2011: Engemap

Um novo modo de realizar eventos no setor de geotecnologia será inaugurado no próximo ano. De 14 a 16 de junho de 2011 acontecerá em São Paulo, no Centro de Convenções Frei Caneca, o MundoGEO#Connect (www.mundogeoconnect.com), um encontro sobre geoinformação com formato inédito no Brasil. A ideia nasceu da percepção do Grupo MundoGEO sobre as novas demandas por informações dos profissionais ligados à área de geotecnologia. Mais do que reunir especialistas e interessados no setor, o MundoGEO#Connect aliará uma feira de produtos e serviços a uma grade de palestras e debates interativos. O slogan “O futuro dos mapas chegou!” é inspirado na nova relação dos usuários com os mapas e nas atuais tecnologias e aplicações da geoinformação.

Várias empresas brasileiras e internacionais irão participar do evento. Até o momento, 24 companhias já confirmaram a participação no MundoGEO#Connect, entre elas a Engemap, que desde 1989 oferece soluções em aerolevantamento digital, imagens de satélites, geoprocessamento, topografia, cadastro técnico, publicação de mapas, desenvolvimento de sistemas e TI. Foi pioneira ao desenvolver o SAAPI, primeiro sistema de aerolevantamento digital produzido e homologado no Brasil.

A Engemap estará presente no MundoGEO#Connect com o objetivo de mostrar seus produtos e serviços, além de manter-se atualizada no mercado. “Por ser este o principal evento de geoinformação no país, esperamos poder compartilhar soluções com o mercado e acompanhar as tendências tecnológicas e conceituais que deverão nortear os negócios em geoinformação nos próximos anos”, conta Marcelo Tucunduva Spera, coordenador de marketing da Engemap. Com 150 funcionários, a empresa é parceira de negócios da Esri, companhia do setor de Sistemas de Informações Geográficas (GIS), e distribuidora oficial dos produtos da DigitalGlobe, da área de imagens de satélites.

Dentre os clientes da Engemap estão a Petrobras, DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), Embrapa e Suzano Papel e Celulose. Junto à Petrobras de Macabeiras, está mapeando e fazendo o cadastro técnico com geração de base cartográfica para a construção de refinaria. Em parceria com os governos dos estados de Santa Catarina e Bahia, é responsável pelo mapeamento por aerolevantamento dos dois estados. Com a TAV está estudando a viabilidade de projeto para construção do Trem de Alta Velocidade no Brasil. A manutenção e atualização da base georreferenciada da Infraestrutura Federal de Transportes; e o desenvolvimento e implantação de GIS com integração aos sistemas de Cadastro de Trechos do PNV também são novos projetos da Engemap junto ao DNIT.

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Assessoria de Imprensa da Engemap:
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Sobre o Grupo MundoGEO
O Grupo MundoGEO, que promove o MundoGEO#Connect, atua na produção de conteúdos para mídias impressas e online, feiras, seminários, cursos e webinars na área de geoinformação desde 1998. Publica duas importantes revistas direcionadas ao setor: InfoGEO, sobre imagens de satélite e Sistemas de Informação Geográfica (GIS); e InfoGNSS, com foco em agrimensura e cartografia. Nesta área a empresa conta com o Portal MundoGEO, com conteúdo diário em português, espanhol e inglês, líder em visitantes na América Latina, Portugal e Espanha. O Grupo também atua nas áreas de geomobilidade, com o Portal InfoGPS, e de sustentabilidade, com o Portal Atitude Sustentável, ambos em parceria de conteúdo com o UOL.


Acesse o site do MundoGEO#Connect: www.mundogeoconnect.com

Informações para a imprensa
Elis Jacques
jornalismo@mundogeo.com

Anatel proíbe multa ou tarifa para desbloquear celular

As operadoras de telefonia celular não podem cobrar multa do cliente que solicita o desbloqueio do aparelho mesmo que o pedido ocorra dentro do período de fidelização ou que o aparelho tenha sido fornecido gratuitamente. A determinação é da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

O presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, confirmou nesta quinta-feira (18) que o conselho diretor da agência aprovou a proposta que garante o direito ao cliente desbloquear o aparelho a qualquer momento.

Sardenberg ressaltou ainda que as operadoras não podem cobrar qualquer tipo de tarifa ou multa para efetivar o desbloqueio do aparelho, permitindo o uso de chip de diferentes operadoras.

De acordo com a Anatel, o desbloqueio gratuito já era obrigatório, no entanto os consumidores enfrentavam dificuldades para realiza-lo, pois as operadoras cobravam taxas ou exigia o cumprimento do prazo de fidelização.

Microsoft vai se "reinventar nas nuvens", diz executivo da empresa

O executivo-chefe de operações da Microsoft, Kevin Turner, afirmou nesta quinta-feira (4) que a empresa pretende se reinventar a partir da computação nas nuvens (sistema de armazenamento e execução de aplicativos e arquivos na rede, de maneira remota).

"Nós vamos mudar, reinventar nossa companhia com foco em liderar essa 'nuvem'", disse, na feira de tecnologia Cebit, em Hannover (Alemanha).

Turner afirmou também que a empresa fundada por Bill Gates tem mais serviços de computação nas nuvens do que qualquer outra, citando o sistema Azure e a solução para gerenciamento corporativo Microsoft CRM.

Com anúncios deste tipo, a companhia tenta fazer frente a aplicativos on-line como o Google Docs, que avançam sobre o uso do Office.

O executivo revelou ainda que a Microsoft pretende gastar US$ 9.5 bilhões em pesquisa e desenvolvimento de produtos durante 2010 --e que boa parte deste montante vai para a "nuvem computacional".

A 25ª Cebit vai até sábado (6). Mais de 4.100 expositores participam da semana de informática alemã, entre eles os rivais Google e Microsoft.

País produz Blu-ray e preço deve cair mais 30% em 2010

Lançado há três anos e conquistando adeptos vagarosamente em outros países, o Blu-ray --tecnologia que substitui a do DVD-- está ganhando a confiança da indústria nacional.

Estima-se que, no mundo, tenham sido vendidos apenas 11 milhões de aparelhos até o momento. No Brasil, esse número não chega a 50 mil, mas deve dobrar já no próximo ano. Isso porque a coreana Samsung e a japonesa Sony já produzem os aparelhos no país.

Agora, foi a vez dos fabricantes de discos. A Microservice colocou nas lojas os primeiros Blu-ray "genuinamente brasileiros". Até o momento, os 117 títulos disponíveis para venda no país eram importados. Os concorrentes Videolar e Sonopress anunciaram que entrarão nesse negócio em 2010.

Resultado: queda de preços. Os aparelhos (tocadores) já caíram pela metade em relação ao ano anterior e deverão ter preços reduzidos em mais 30% no próximo ano, segundo a Samsung, cujo equipamento custa cerca de R$ 1.200.

Nas lojas, já existem ofertas dos aparelhos da Sony por R$ 600. O preço ainda é alto se comparado com o dos aparelhos de DVD, mas a previsão é que eles se equiparem em, no máximo, dois anos.

Ao contrário dos fabricantes de aparelhos, a estreia da Microservice na produção dos discos não veio com queda tão acentuada de preço. Os títulos importados, que podem ser adquiridos no país entre R$ 100 e R$ 150, custarão R$ 70 na sua versão brasileira.

"Esse preço cairá com a escala", diz Isaac Hemsi, presidente da empresa. "Nossa expectativa é fechar 2010 com 1 milhão de discos vendidos e que o Blu-ray represente 5% de nosso faturamento em 2011."

No vácuo da TV digital

No Brasil, esse mercado surge atrelado ao crescimento das vendas de TV em alta definição (HDTV). "Para assistir a um Blu-ray é preciso uma TV específica para essa tecnologia", diz Hemsi. "Se o televisor tiver baixa resolução [SDTV], a diferença de imagem e som do Blu-ray para o DVD não será percebida em sua plenitude."

Como os televisores em alta definição tiveram seu preço reduzido de cerca de R$ 9.000 para R$ 3.000 em dois anos, a Microservice decidiu antecipar a produção de discos em Blu-ray para preencher a lacuna de conteúdos disponíveis para essa tecnologia. "As emissoras ainda demoram em lançar programas com sinal digital."

Para Hemsi, essa lacuna também existe em outros países. Na Europa, metade dos domicílios tem TVs de alta definição e apenas 5% recebem programação digital das emissoras. Nos EUA, essa diferença é menor. São 65% dos domicílios e 50% recebendo canais digitais.

Outra aposta da Microservice é que, com a produção de Blu-ray nacional, as videolocadoras ganhem fôlego. Hoje elas estão perdendo a disputa contra os piratas e as novas mídias que permitem baixar filmes inteiros pela internet.

Segundo a UBV (União Brasileira de Vídeo), foram vendidos 150 mil discos até setembro. A média mensal já passou de 20 mil unidades. Os aluguéis já atingiram a marca de 2.500 unidades por mês desde julho, muito acima da esperada pelas grandes locadoras.

Há dois motivos que impulsionam esse negócio. Um deles é o preço elevado do disco de Blu-ray. Outro é a falta de conteúdos digitais, tanto na televisão aberta quanto na fechada. Outro aspecto relevante é a dificuldade em se piratear um disco em Blu-ray. A tecnologia de gravação, em duas camadas, permite a inserção de muitos dados protegidos por códigos de segurança mais sofisticados.

Não por acaso, a capacidade de armazenamento de dados de apenas um disco Blu-ray equivale à de nove DVDs. Por isso, a qualidade da imagem e do som é superior. Em um disco de 50 gigabytes é possível gravar até nove horas de programação contra 3,5 horas de um DVD.

O jornalista JULIO WIZIACK viajou a convite da Microservice

NIC.br, Inmetro e Anatel realizam avaliação do serviço de banda larga no Brasil

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), que implementa as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) em parceria com o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com o apoio da Rede Nacional de Pesquisas (RNP), iniciou um estudo com o objetivo de avaliar a qualidade dos serviços de banda larga oferecidos no país. As medições serão feitas com dois métodos diferentes. O primeiro contará com a colaboração dos usuários de serviços de banda larga no Brasil. Para isso, o NIC.br desenvolveu o Sistema de Medição de Tráfego de Última Milha (SIMET), disponível no link www.ceptro.br/Simet. O software é executado pelo navegador web e basta apenas autorizar sua execução e acesso à internet, caso o sistema operacional ou firewall solicitem.

Com esses testes via SIMET, o NIC.br espera obter uma base de comparação em relação à análise realizada com thin client e GPS e também proporcionará acesso à informação sobre a velocidade de banda larga por CEP. "Queremos contribuir para obter melhorias na internet. Esse é o compromisso do NIC.br e esse estudo possibilitará avaliar a qualidade da banda larga no Brasil", afirmou o diretor de projetos do NIC.br, Milton Kaoru. "Quanto mais usuários utilizarem esse software, com as mais variadas qualidades de conexão, melhor será o panorama sobre a qualidade do serviço prestado", ressalta.

A outra frente de ação teve início em novembro, quando 100 equipamentos começaram a ser instalados em domicílios que se apresentaram voluntariamente de diversas localidades do Brasil. Os dados obtidos possibilitarão obter uma visão sobre possíveis diferenças entre o serviço contratado e o realmente fornecido aos usuários. Será instalado um thin client com receptor GPS, ligado a uma conexão internet contratada especificamente para o teste, e de uso exclusivo desse equipamento. Será aferida a qualidade das operadoras/provedores com maior participação de mercado e o NIC.br arcará com as despesas da conexão. O investimento realizado para essa pesquisa com thin clients e GPSs é de, aproximadamente, R$ 100 mil, e os testes serão conduzidos pelo NIC.br, sem que operadoras/provedores avaliados saibam a localização dos equipamentos, a fim de proporcionar a maior idoneidade possível. Os voluntários fornecerão local físico para os equipamentos, farão sua instalação, realizarão a contratação e posterior cancelamento da conexão internet. Não poderá ser utilizada a mesma conexão internet já instalada na residência.

O SIMET depende da colaboração dos usuários finais, que fazem testes apenas ocasionalmente. "A vantagem é o seu amplo alcance, visto que possibilita obter resultados de todo o país e provedores, mas não tem a precisão do thin client com GPS, pois não temos controle sobre o hardware do computador utilizado, da rede residencial e nem das aplicações que estão em execução simultaneamente com o software SIMET. A análise via SIMET e thin clients aperfeiçoará nossa coleta de dados e teremos um estudo mais completo", adiciona. Segundo Kaoru, a maneira como os provedores realizam o controle da banda larga para atender ao serviço contratado pode ser realizada de várias formas. Sabe-se que no mercado a velocidade de banda contratada diz respeito à quantidade de bits trafegados, seja via cabo metálico, fibra ou ar. Tecnologias em geral, como ADSL, Cabo Modem, SDH, ATM, por exemplo, criam uma diferença entre a velocidade nominal e a real. "Na Internet, há uma perda adicional decorrente do protocolo utilizado. O SIMET mede a largura de banda utilizando os protocolos UDP e TCP. O UDP transmite as mensagens sem se preocupar com o que possa acontecer com a mensagem na rede, enquanto o TCP atua para entregar os dados de forma confiável, sem perda de pacotes, com controle de congestionamento e fluxo. Observamos que o TCP tem evoluído nos últimos anos para maximizar o uso da banda larga disponível, mas sempre tem alguns bits gastos para isso que não fazem parte dos dados transportados. Portanto, os testes apenas considerarão o transporte de dados entre cliente e servidor", diz o diretor de projetos do NIC.br.

Sobre o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br)
O Comitê Gestor da Internet no Brasil coordena e integra todas as iniciativas de serviços internet no país, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados.

Sobre o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br)

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR - NIC.br (www.nic.br) é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que implementa as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil. São atividades permanentes do NIC.br coordenar o registro de nomes de domínio – Registro.br (www.registro.br), estudar, responder e tratar incidentes de segurança no Brasil – CERT.br (www.cert.br), estudar e pesquisar tecnologias de redes e operações – CEPTRO.br (www.ceptro.br), produzir indicadores sobre as tecnologias da informação e da comunicação – CETIC.br (www.cetic.br) e abrigar o escritório do W3C no Brasil (www.w3c.br).

Fonte: Comunicação NIC.br e S2
Autor: Caroline D'Avo, Everton Teles Rodrigues, Michele Gassi, Raquel Herrera, Veronica Cassavia e Ricardo Franzin
Revisão e Edição: Renata Appel

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